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A ciência e seus limites

Na minha leitura do livro Origens de Ariel A. Roth que é PhD em biologia, me deparei com uma frase que me proporcionou uma profunda reflexão. O livro que está muito longe de ter um caráter religioso, abordou muitas questões que as pessoas acabam passando desapercebidas em relação a Ciência. Por isso transcreverei aqui tal frase do livro muito interessante: “A ciência tem sido tão bem-sucedida que podemos esquecer que ela tem limites.”.
É notável que a ciência tem um papel de grande importância para as nossas vidas, podemos ver por exemplo que a ciência nos proporcionou desde medicamentos até bombas nucleares. Isto deixa o homem extremamente admirado diante da grande capacidade da ciência, porém muitos acabaram esquecendo que apesar de tudo isso a ciência é LIMITADA.

Veja por exemplo que quando a discussão é em torno de conceitos morais tais como: amor, bem e mal, consciência, liberdade de escolha e muitos outros, vemos como a ciência não tem uma explicação que seja ,de fato, convincente. Isso se consolida ainda mais quando falamos da teoria darwiniana que aponta a sobrevivência do mais apto. O que não poderia explica, por exemplo, como animais de espécie diferentes se “ajudam” como o exemplo de uma cadela que recentemente adotou filhotes de gato em Goiânia (e isso não é nenhuma novidade) ou o que leva um cachorro a correr vários quilômetros para chamar ajuda para salvar o seu dono de um incêndio como aconteceu nos EUA. Tudo isto desbanca o principio darwiniano da sobrevivencia do mais apto, da "guerra" pela sobrevivencia entre as espécies.

A ciência apesar das “respostas” que concedeu a humanidade se depara com um grande problema em responder certos tipos de perguntas, isso tudo porque a ciência sempre tenta responder “como” e nunca o “porquê” das coisas. Está ignoração dos “porquês” faz com que a ciência não seja de fato a solução para todos os mistérios do Universo.

São inegáveis os grandes benefícios científicos, no entanto é preciso analisar que existe na ciência uma parte boa e uma parte ruim. Negar toda a ciência é completa ignorância, porém aceita-la como uma verdade absoluta tem o mesmo resultado quanto à da primeira posição. Como afirmou Jesus Cristo "Provai todas as coisas, retei o que é bom".

Onde Darwin não convenceu [PARTE 2]

Durante muitas décadas os avanços tecnológicos e científicos, permitiram um “melhoramento” das idéias de Charles Darwin, o que foi denominado como neodarwinismo. Transformada ou não o fato é que as idéias de Charles Darwin até hoje continuam a influenciar um número grande de pessoas, apesar da grande falta de EVIDÊNCIAS.

Depois da publicação de “Origem da espécies” varias especulações de que o homem teria evoluído do macaco tomou conta da sociedade. Neste período o explorador Paul Beloni Du Chaillu fez uma exposição de gorilas em Londres, o que desencadeou na sociedade um sentimento de horror uma vez que homem poderia ter surgido desta espécie.

Darwin com o intuito de se “explicar melhor” publicou em 1871 o livro “A origem do homem” no qual enfatizou o fato do homem não possuir nenhuma ligação de sentido biológico com os macacos e sim de uma espécie de símio o qual evoluiu até chegar ao homem em passos graduais na qual obteve uma inteligência por seleção natural.

Se tudo o que Darwin então afirmou é verdade e o homo sapiens é o resultado de processos evolutivos, a pergunta a se responder é: onde estão os fosseis de transição?

Durante todo o período pós Darwin surgiram alguns possíveis fosseis destes homens em transição.

Homem-de-neandertal
Este fóssil foi a primeiro a ser supostamente humano, este foi descoberto 3 anos depois do lançamento de “Origem das espécies” [simples coincidência?] em 1856. Este esqueleto era parecido com o humano porém com muitas diferenças, na época ele foi considerado como o elo perdido entre os símios e o homem. Porém alguns anos mais tarde exames de DNA feitos a partir da mitocôndria provaram que este homem não era de jeito nenhum humano.

Homem de Java (pitecantropo eretos)
Em 1891 na ilha de Java na Indonésia foi encontrado um fóssil ainda mais velho que o de neandertal o qual foi descoberto pelo holandês Eugene Dubois. Porém o que ele havia achado foi apenas poucas partes e todas elas em lugares completamente diferentes e sem qualquer prova cientifica ele rotulou tal “achado” como sendo de um possível homem primitivo. O mais estranho ainda é que Dubois não permitia que ninguém, absolutamente ninguém, analisasse o seu possível achado, o que só aconteceu 35 anos depois na qual o mesmo foi desconsiderado no meio acadêmico.

Homem de Piltdown
No inicio do século XX, um até então respeitado geólogo Charles Dawson com mais outros dois geólogos acharam o que seria finalmente o elo perdido entre o homem e os símios, este encontrado no sul da Inglaterra era um possível crânio humano com um maxilar muito parecido com um de um macaco. Algum tempo depois com a descoberta de outro crânio no local, fez com que todos aclamassem aquela descoberta como a confirmação da teoria de Darwin pois o fóssil também possui pelo menos meio milhão de anos. Tudo parecia um sonho, quando em 1950 pesquisas feitas descobriram que tudo não passava de mais uma farsa pois o crânio possuía a um homem moderno, e o maxilar possuía a um macaco que possuía a datação do mesmo ano no qual foi descoberto

Mais um engano?
Atualmente foi descoberto Lucy uma Australopithecus que seria mais um provável fóssil símio da teoria de Darwin, entretanto esta possui um esqueleto em péssimo estado de conservação e já é motivo de refutações como a feita pelo antropólogo Michael A. Cremo que publicou o livro “The Hidden History of the Human Race” que se opõe a aceitação de Lucy como uma possível prova da evolução.

Aonde estão os fosseis Darwin?
Diante de todos os argumentos e descobertas cientificas chegamos a pergunta: se Darwin tinha razão como afirmam os evolucionistas, aonde estão os fosseis? Em mais de 100 anos de sua teoria nada foi encontrado, apenas enganos, será que esta seria uma prova de que a teoria da evolução não passa de uma ilusão humana na tentativa de negar a existência de um Deus? O que é mais aceitável e racional, crer que um Deus de amor que se importa com você e o criou ou que simplesmente somos fruto de uma obra do acaso? É por esta razão que muitos estudiosos de renome preferem continuar acreditando neste Deus que é tão maravilhoso. Finalizo deixando a afirmação de Eugene P. Wigner, Prêmio Nobel de física: “O conceito de Deus é maravilhoso – ele nos ajuda a tomar decisões na direção correta. O problema da origem do Universo é um mistério para a ciência”.

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