Uma visão Criacionista

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Deus criou o mal?

“Parece-me haver demasiado sofrimento no mundo. Não posso convencer-me de que um Deus benevolente e onipotente teria determinadamente criado os icneumonídeos com a expressa intenção de alimentar-se dentro dos copos vivos das lagartas ou que um gato devesse brincar com camundongos.” Charles Darwin


Frases como essas que questionam a existência de Deus devido ás possíveis injustiças no universo são usadas freqüentemente por ateus para justificar sua descrença em Deus. A pergunta feita por eles é: Como um Deus tão amoroso e bom criou um mundo com tanto sofrimento? Esta é uma pergunta um pouco complexa, mas existe uma resposta.


Antes de qualquer pré-suposição para este questionamento, temos de salientar que Deus não criou o mau, na verdade o mau, assim como a escuridão é o resultado da ausência de luz, o mau nada mais é que a ausência de Deus. Outro ponto a ser analisado é que segundo o relato bíblico do livro de Gênesis o planeta era exatamente perfeito quando saiu das mãos do Criador.


Entretanto, Deus na sua maravilhosa justiça nos permitiu algo chamado: livre-arbítrio. A liberdade é algo bom na sua essência, mas que pode resultar em grandes catástrofes quando mal empregada.


O homem escolheu por si só tomar o caminho que para ele parecia mais conveniente e assim desobedeceu ao Criador. Levando em consideração que o próprio Deus é vida, a conseqüência natural do afastamento de Deus é a morte. Daí então toda terra (incluindo a espécie humana e os animais) começa, assim como uma bomba-relógio, se iniciar para sua autodestruição.


Não podemos responsabilizar Deus por nossos erros. É como apertar um gatilho de uma arma e logo em seguida questionarmos: Deus não sabia que eu iria fazer isso? Porque Ele permitiu? A reposta é simples: Deus apesar do seu infinito poder não obriga ninguém a aceita-lo. Quem escolhe somos nós, apesar da onisciência e onipotência de Deus ele não interfere nas nossas escolhas. Não podemos passar a responsabilidade de nossos atos para a onisciência de Deus.


Tentar justificar uma má escolha nossa como sendo Deus o responsável pelo fato de Ele ser onipotente e onisciente nada mais é que afirmar que o Criador é mau por nos permitir ser livres. Isso é totalmente inconsistente.


Mas se alguém argumentar: “Se Deus criou todas as coisas, então Ele criou o mal?” Medite nesta história, não se confirmou sua veracidade, mas ainda assim pode-se tirar uma valiosa lição:

A Criação








Verdade: um mito?

Questionar o que é a verdade virou moda e nesse aspecto parece que muitas pessoas estão sempre satisfeitas em duvidar sempre da verdade e não necessariamente em buscar o que é de fato a verdade, chegando sempre a mais dúvidas e nunca a uma conclusão. Afinal existe verdade absoluta? Ou a verdade é algo que sempre se transforma? Ou ainda, é impossível se conhecer a verdade?

A dúvida é algo bom e construtivo desde que empregada de forma correta. É de se admirar como as pessoas formulam tantas dúvidas supérfluas e raramente se preocupam em contribuir com respostas satisfatórias e verdadeiras. Perguntas e mais perguntas se multiplicam aos montes, mas as respostas parecem cada vez mais raras. A aceitação do que seja a verdade é cada vez mais diversificado enquanto o ceticismo infrutífero e sem perceptivas tende cada vez mais a se multiplicar com a justificativa de ser está uma boa qualidade. Pior ainda são os resultados na mente das pessoas depois tantas perguntas que na maioria das vezes tem apenas o intuito de satisfazer o ego humano e não a uma sincera busca do que seja verdadeiro o que gera um ambiente de constantes incertezas.

Nesse aspecto começa a se dar a ciência uma responsabilidade insana de responder a perguntas que ela jamais terá a capacidade de solucionar e que seriam facilmente respondidas se impregnada o mínimo de fé em Deus.

Todo este cenário de endeusamento da ciência se reflete na vida das pessoas, de modo que as incertezas assombram a humanidade e perguntas como: De onde viemos? O que estamos fazendo aqui? Para onde vamos? Assolam a triste realidade de um homem que aprendeu a acreditar em si mesmo e não deu crédito a eminente verdade vinda do Criador.

Com esse embasamento dos olhos humanos do que venha ser verdade a inversão de valores morais se torna comum. Afinal já que não se pode se estabelecer uma verdade não existe falsidade, pois para se haver algo falso é necessário que se tenha um verdadeiro. Daí valores de caráter moral são atropelados como por um rolo compressor e a noção do se é certo ou errado começa a se dissolver no emaranhado de perguntas sem respostas do ego humano.

A verdade existe. Deus é a própria verdade. As inúteis buscas humanas para se encontrar a verdade no seu próprio conhecimento sempre se depararão com um vazio. Como correr atrás da sua própria sombra, assim é quando o homem tenta estabelecer a verdade sem Deus... Uma busca irracional e que nunca chegará a um fim. Afinal, como pode o homem um ser corruptível buscar a verdade que é algo incorruptível em si mesmo?

Para que possamos encontrar a verdade é necessário que procuremos com sinceridade e em uma fonte incorruptível, nAquele que é o único que é a literalmente a própria verdade imutável, como dito no Salmo: “A tua palavra é a verdade, desde o princípio, e cada um dos teus juízos dura para sempre.”. (Salmo 119:160)

Não saber responder a um questionamento torna a fé irracional?

Suponha que um ateu apresente diversas objeções contra a existência de Deus. Imagine que o cristão não saiba como responder essas objeções. No entanto, mesmo assim, ele continua a ter fé em Deus. Será que esse acontecimento tornaria o cristão irracional? Esse é um problema abordado por diversos filósofos. Alvin Plantinga, que pode ser considerado um dos maiores filósofos do século 20, apresentou uma resposta magistral à tal questão em seu livro Warranted Christian Belief [Fé Cristã Justificada]. No texto “O testemunho do Espírito Santo”, o Dr. William Lane Craig apresenta uma versão resumida da resposta de Plantinga a esse problema. Para ler o texto, clique aqui. O livro Warranted Christian Belief, de Alvin Plantinga, está disponível para download gratuito (em inglês) no site da Christian Classics Ethereal Library. Basta clicar onde está escrito “Download this book as PDF”.

(Apologia)

Neste tempo em que tudo tem que ser provado para que seja aceito [pena que não fazem o mesmo com a macro-evolução] é incrível perceber como ateus atacam os teístas de varias maneiras. Da biologia a filosofia são inúmeros os ataques a fé em Deus, de modo que é muito difícil um cristão responder por todas as áreas. Não tem como ser biólogo, tradutor, físico, químico, filosofo(...) ao mesmo tempo.
Então é irracional um cristão acreditar em Deus quando ele não tem uma resposta a uma pergunta? Claro que não. Afinal alguém de fato tem a resposta para todas as perguntas?


“Fé não é acreditar sem provas, é confiar sem reservas — confiança em um Deus que Se mostrou digno dessa confiança.” Michael Green

Os delírios de Dawkins

O Dr. William Lane Craig mostra toda a fragilidade dos fracos argumentos de Richard Dawkins: 



 

Gênios

Ciência. Sem dúvidas nenhuma esta foi a maior realização intelectual da humanidade. Apesar de que a compreensão de muitos a respeito dela seja de extrema limitação, a sua credibilidade é praticamente indiscutível entre quase todas as pessoas.

Nos últimos tempos a ciência tomou um rumo completamente evolucionista, de tal modo que acreditar em Deus no meio cientifico se tornou algo motivo de preconceitos, tais pessoas que acreditam em Deus apesar do seu calibre cientifico são rotuladas como: cegos, fanáticos ou até mesmo loucos. Quando então a crença se diz respeito à Bíblia o que não falta são adjetivos e rótulos pejorativos, relacionado a tais pessoas.
Mas, seria mesmo que a Ciência verdadeira se opõe a existência de Deus ou a veracidade da Bíblia?

Para responder a este questionamento destacarei dois grandes nomes da ciência, homens que contribuíram de maneira direta para o desenvolvimento cientifico da humanidade, os quais não conseguiam imaginar toda complexidade da vida e do universo como obra do acaso.


Blaise Pascal
De nascença francesa, Pascal foi sem duvida alguma um dos maiores matemáticos de todos os tempos, seus estudos em relação a probabilidade e a geometria projetiva, além da sua grande importância na matemática Pascal também teve um grande papel na física, com seus estudos relacionados a mecânica dos fluidos e pressão. É de unanimidade na ciência sua importância como um dos grandes cientista de todos os tempos. Entretanto um homem de tal importância fez uma afirmação que se fosse realizada nos dias de hoje, seria considerada totalmente “sem pé nem cabeça”, ele disse: “o curso total das coisas deve ter por objetivo o estabelecimento e a grandeza da religião”. Seria esta idéia uma irracionalidade deste grande cientista? Certamente não, muitos cientistas sérios dos nossos dias vem mostrando que ciência e Bíblia se encaixam perfeitamente.

Issac Newton
Considerado pela maioria dos membros da Royal Society como o maior cientista de todos os tempos, Isaac Newton, inglês que realizou pesquisar de extrema importância no ramos de física e matemática e de certa relevância em muitos outras áreas, Newton defendia a idéia de que a ciência tinha como dever e objetivo a descoberta das leis universais e as expor de maneira PRECISA e RACIONAL.
Este homem que mudou humanidade e que mudou de forma radical a ciência tinha costumes que deixariam muitos dos cientistas de hoje no mínimo estarrecidos: Ele era um profundo estudioso da Bíblia, ele acreditava firmemente que Deus criou o universo e que a ciência é apenas um meio de estudar os feitos da criação de Deus.

Existe inúmeros cientista pais da ciência moderna que tinham as suas crenças fundamentadas na Bíblia e na existência de Deus entretanto isso não os atrapalhou em seus estudos ou alienou a suas mentes, pelo contrario todos estes afirmavam ser Deus o centro das suas vidas e isto não os atrapalhou para fazerem suas descobertas cientificas. Sendo assim crer na existência de Deus e na veracidade e credibilidade da Bíblia parece mais ser apenas uma questão de atitude.

Como se percebe, acreditar em Deus ou na Bíblia não significa fechar os olhos para a ciência, mas sim uma questão de fé. Em relação à mesma e a origem do universo Newton categoricamente afirmou: "A maravilhosa disposição e harmonia do universo só pode ter tido origem segundo o plano de um Ser que tudo sabe e tudo pode. Isto fica sendo a minha última e mais elevada descoberta.”.

Uma recente pesquisa do instituto Datafolha mostrou que a maioria dos Brasileiros (acima de 16 anos) acreditam em Deus e em Darwin, o que significa (segundo estes)que o homem é o resultado de uma evolução gradativa mas que sempre esteve sendo guiada por Deus.
A teoria da evolução afirma que os seres vivos primitivos foram se adaptando as condições ao seu redor afim de que pudessem sobreviver, entretanto essa teoria tem enormes problemas, pode até ser que seja “bonitinho” ou até mesmo para alguns agradável acreditar nesta teoria, porém deve ser admitido alguns fatores, entre eles:

1 – Não existe comprovação cientifica
Talvez a grande maioria dos brasileiros que responderam a esta pesquisa não tivesse a idéia de que as teorias evolucionistas não foram reproduzidas em laboratório, apesar de a micro-evolução ser um fato, quando o assunto é macro-evolução a ciência não tem nada mais a apresentar a não ser “teorias”. É importante ressaltar que muitos cientistas de respeito não acreditam em hipótese alguma em tais teorias e não por argumentos de cunho religioso e sim por argumentos concedidos pela própria ciência.

2 - “Caixas pretas” da evolução
Como mostrei em duas partes da série “Onde Darwin não convenceu” (ainda não terminou!) visualizamos alguns aspectos graves de tal teoria, apesar da nova roupagem concedida pelo neodarwinismo a teoria da evolução continua com muitas falhas (muitas mesmo!) e se for feita uma analise mais profunda encontraremos algumas falhas que chegam a ser grotescas.

3 – Argumentos morais
É incrível ver como em todo mundo apesar das diferenciações culturais e até mesmo de crenças, visualizamos como o homem tem por si mesmo um certo “senso-moral”, apesar de muitas vezes este mesmo serem modificados devido a fatores ao qual os indivíduos são expostos, ainda assim a noção de certo e errado existe em toda humanidade. Vemos que independente do local do mundo, mesmo até tribos isoladas, o homem tem uma tendência a venerar algo que esteja “acima dele”, um ser superior, alguns adoram a animais, plantas, imagens ou até mesmo uma “energia superior”. Isso é reflexo de algo que está no homem, independente de qualquer coisa, isto é: a necessidade de se ter um deus. Um Deus que deixou esta necessidade dentro do homem, simplesmente o deixaria a mercê de uma evolução sem propósitos? É claro que não.

É claro que os argumentos para desassociar a teoria da evolução da teoria Criacionista não param por aí, mas se houvesse uma analise de pelo menos estes três itens para se construir uma posição em relação ao paralelismo entre as duas teorias, com certeza o resultado desta pesquisa teria um final totalmente diferente.

Onde Darwin não convenceu [PARTE 2]

Durante muitas décadas os avanços tecnológicos e científicos, permitiram um “melhoramento” das idéias de Charles Darwin, o que foi denominado como neodarwinismo. Transformada ou não o fato é que as idéias de Charles Darwin até hoje continuam a influenciar um número grande de pessoas, apesar da grande falta de EVIDÊNCIAS.

Depois da publicação de “Origem da espécies” varias especulações de que o homem teria evoluído do macaco tomou conta da sociedade. Neste período o explorador Paul Beloni Du Chaillu fez uma exposição de gorilas em Londres, o que desencadeou na sociedade um sentimento de horror uma vez que homem poderia ter surgido desta espécie.

Darwin com o intuito de se “explicar melhor” publicou em 1871 o livro “A origem do homem” no qual enfatizou o fato do homem não possuir nenhuma ligação de sentido biológico com os macacos e sim de uma espécie de símio o qual evoluiu até chegar ao homem em passos graduais na qual obteve uma inteligência por seleção natural.

Se tudo o que Darwin então afirmou é verdade e o homo sapiens é o resultado de processos evolutivos, a pergunta a se responder é: onde estão os fosseis de transição?

Durante todo o período pós Darwin surgiram alguns possíveis fosseis destes homens em transição.

Homem-de-neandertal
Este fóssil foi a primeiro a ser supostamente humano, este foi descoberto 3 anos depois do lançamento de “Origem das espécies” [simples coincidência?] em 1856. Este esqueleto era parecido com o humano porém com muitas diferenças, na época ele foi considerado como o elo perdido entre os símios e o homem. Porém alguns anos mais tarde exames de DNA feitos a partir da mitocôndria provaram que este homem não era de jeito nenhum humano.

Homem de Java (pitecantropo eretos)
Em 1891 na ilha de Java na Indonésia foi encontrado um fóssil ainda mais velho que o de neandertal o qual foi descoberto pelo holandês Eugene Dubois. Porém o que ele havia achado foi apenas poucas partes e todas elas em lugares completamente diferentes e sem qualquer prova cientifica ele rotulou tal “achado” como sendo de um possível homem primitivo. O mais estranho ainda é que Dubois não permitia que ninguém, absolutamente ninguém, analisasse o seu possível achado, o que só aconteceu 35 anos depois na qual o mesmo foi desconsiderado no meio acadêmico.

Homem de Piltdown
No inicio do século XX, um até então respeitado geólogo Charles Dawson com mais outros dois geólogos acharam o que seria finalmente o elo perdido entre o homem e os símios, este encontrado no sul da Inglaterra era um possível crânio humano com um maxilar muito parecido com um de um macaco. Algum tempo depois com a descoberta de outro crânio no local, fez com que todos aclamassem aquela descoberta como a confirmação da teoria de Darwin pois o fóssil também possui pelo menos meio milhão de anos. Tudo parecia um sonho, quando em 1950 pesquisas feitas descobriram que tudo não passava de mais uma farsa pois o crânio possuía a um homem moderno, e o maxilar possuía a um macaco que possuía a datação do mesmo ano no qual foi descoberto

Mais um engano?
Atualmente foi descoberto Lucy uma Australopithecus que seria mais um provável fóssil símio da teoria de Darwin, entretanto esta possui um esqueleto em péssimo estado de conservação e já é motivo de refutações como a feita pelo antropólogo Michael A. Cremo que publicou o livro “The Hidden History of the Human Race” que se opõe a aceitação de Lucy como uma possível prova da evolução.

Aonde estão os fosseis Darwin?
Diante de todos os argumentos e descobertas cientificas chegamos a pergunta: se Darwin tinha razão como afirmam os evolucionistas, aonde estão os fosseis? Em mais de 100 anos de sua teoria nada foi encontrado, apenas enganos, será que esta seria uma prova de que a teoria da evolução não passa de uma ilusão humana na tentativa de negar a existência de um Deus? O que é mais aceitável e racional, crer que um Deus de amor que se importa com você e o criou ou que simplesmente somos fruto de uma obra do acaso? É por esta razão que muitos estudiosos de renome preferem continuar acreditando neste Deus que é tão maravilhoso. Finalizo deixando a afirmação de Eugene P. Wigner, Prêmio Nobel de física: “O conceito de Deus é maravilhoso – ele nos ajuda a tomar decisões na direção correta. O problema da origem do Universo é um mistério para a ciência”.

Onde Darwin não convenceu [PARTE 1]

Há cerca de três anos atrás visualizei uma cena que certamente jamais vou esquecer na minha vida, esta tal cena foi a capa da revista “Super Interessante” de Junho de 2007 que tinha o seguinte título: “DARWIN, O HOMEM QUE MATOU DEUS”, fiquei assustado diante daquela capa, a qual possuía um macaco. Este evento sem duvidadas nenhuma teve uma importância grandiosa para que eu começasse os meus estudos em relação às teorias evolucionistas e Criacionistas. Mas, afinal, Darwin matou mesmo a Deus?
De antemão posso afirmar com toda certeza: É claro que não! Entretanto apontarei brevemente aqui nesta postagem um dos grandes erros do homem rotulado como o “assassino de Deus”.

Na época que Charles Darwin despertou ao mundo uma nova teoria na qual “converteu” grande parte da humanidade para as crenças das teorias evolucionista, ele não poderia imaginar quantos equívocos absurdos seriam desmascarados da sua tão frágil teoria.

Michael J. Behe, Bacharelado de Química na Universidade Drexel com pós-graduação em Bioquímica pela Universidade da Pennsylvania ressalta em seu livro “A caixa preta de Darwin” [recomendo] que os sistemas de complexidade irredutível são sem duvidas um argumento fortíssimo contra o evolucionismo, uma vez que estes são aqueles que necessitam de partes múltiplas para funcionarem; se uma parte é removida, o sistema não funciona mais.

Na época em que Darwin realizou seus estudos ele tinha o conhecimento da célula como sendo apenas uma “caixa-preta” a qual só era possível visualizar seus contornos devido à carência tecnológica dos microscópios da época. Por isso Darwin não sabia a tamanha complexidade de uma célula, o qual só foi estudava mais profundamente mais tarde.

Por esta razão podemos hoje ver que as células são extremamente complexas, um conjunto que funciona exatamente harmoniosamente, o qual se fosse retirado apenas um minúsculo detalhe a mesma não seria capaz de realizar os processos os quais são necessários para a manutenção da vida.

Michael afirma que chegou a esta conclusão uma vez que quando olhamos para o mesmo tipo de “máquinas” em escala macro podemos perceber que é impossível que as mesmas fossem surgidas do acaso. Ele cita o exemplo de uma ratoeira, a qual é impossível olhar e não se deduzir que esta foi obra de um criador.

Entrevistado pelo jornalista Michelson Borges, quando solicitado a citar um exemplo de “sistemas irredutíveis complexos” ele responde:
“Os sistemas de complexidade biológica irredutível incluem o flagelo bacteriano, que é literalmente um motor externo que algumas bactérias usam para nadar: tem hélice, eixo acionador, motor, uma parte fixa, um mancal e outras partes mais. Outro exemplo é o sistema de transporte intracelular, que é um sistema de “rodovias”, “sinais de trânsito” e “vagões moleculares” que transportam carga por toda a célula.”

Diante dos fatos bem argumentos pelo doutor Michael Behe os evolucionistas contemporâneos afirmam que será possível explicar estes sistemas daqui talvez uns vinte anos[será mesmo?].

É claro que é impossível por Deus em um microscópio, ou em um tubo de ensaios para ser analisado, testado ou comprovado, mas é muito bom saber que podemos mostrar cientificamente as provas da existência do Criador.

Evolução ou Criação?

Em uma década de avanços científicos consideravelmente grandes, crer em um deus se tornou algo muitas das vezes rotulado como: insano, irracional ou ilógico. Diante dessas perspectivas vemos um número assombroso de pessoas depositando suas crenças em cima da ciência, seria até possível dizer que a ciência foi a “religião” que mais conseguiu adeptos no século XXI.

Não é de meu interesse aqui criticar a ciência, pelo contrario, acredito que a mesma é de fundamental importância para todos, porém o que venho questionar é: Será que a ciência é contra ou favor do Criacionismo? Afinal, para quem se aponta as evidencias cientificas? Para Deus ou para Darwin?
É claro que está discussão envolve sem dúvida nenhuma, respostas extremamente complexas, entretanto pretendo esclarecer aqui de maneira clara e objetiva qual visão seria a mais confiável.

O que é a teoria evolução?
A teoria da evolução consiste em afirmar que todos os seres vivos, surgiram todos de um ancestral comum que se originou por fenômenos naturais durante bilhões de anos.

O que é o Criacionismo?
É a associação coerente entre conhecimento científico e teologia bíblica. De modo que ambos se completam.

Bem, é claro que este é apenas um conceito de cada uma, ambas envolvem muito mais que isto. O que deve ser evidenciado é: Como a teoria evolucionista explicaria o primeiro ser? Este surgiu do nada?

É claro que qualquer evolucionista vai argumentar uma série de aspectos para existência deste primeiro ser, todavia, racionalmente falando, nada surge do nada, daí temos aquele velho mas consistente argumento: um relógio precisa de um relojoeiro para existir, como então nós poderíamos ter surgido sem um possível criador? Além do mais chega ser incoerente dizer que qualquer espécie de vida, por mais simples que seja, surgiu sem um criador, veja, por exemplo, que apenas no núcleo de uma Ameba (um ser extremamente “simples”) contem informação equivalente a da Enciclopédia Britânica! Seria possível um ser “simples” como esse surgir do nada, sem auxilio de um criador?
Mais um exemplo interessante é o do enigma da galinha e do ovo, afinal, quem surgiu primeiro? O DNA ou a proteína? Se a proteína é fabricada pelo DNA e o DNA é feito de proteína, chegamos assim a um ciclo vicioso, e não encontramos racionalmente uma resposta para esse pergunta a não ser quando olhamos para um criador.

Veja tudo ao seu redor, você consegue imaginar que você é fruto do acaso? Seria possível que nos fossemos apenas um “acidente” do universo? Sinceramente, não acredito que estarmos aqui, seja apenas obra de uma evolução sem propósitos. Sem Deus a vida humana parece sem sentindo, afinal qual o objetivo de viver em um mundo de tantas injustiças, apenas nascemos, reproduzimos e morremos? Repare que diante deste tipos de questionamento não existe nenhuma resposta evolutiva que satisfaça o homem, o que significa, nenhuma resposta da Teoria da Evolução poderia explicar o real sentido da vida.

E para todos aqueles que acreditam que Deus não passa de apenas uma fantasia da espécie humana é bom ressaltar que grandes nomes da historia da ciência eram Teístas convictos, ao contrario de cientistas pré-conceituosos como Charles Darwin e Richard Dawkins, temos os exemplos de: Albert Einstein, Isaac Newton, Galileu Galilei, Luis Pasteur e muitos outros da ciência atua, no qual eu destacaria D. H. R. Barton, Prêmio Nobel de química, que afirmou: “Deus é a Verdade. Não existe incompatibilidade entre ciência e religião. Ambas buscam a VERDADE.”

Quem somos nós?

O Ser humano é uma maquina fantástica. O modo em que nos desenvolvemos no ventre materno, a maneira em que nos organizamos, a capacidade de raciocínio e de produzir conhecimento é algo incrivelmente espetacular. Diante dessa grande complexidade da existência humana, chegamos a seguinte indagação: Quem somos nós?

Bem, temos dois conceitos bem aceitos diante desta pergunta. Segundo o conceito Evolucionista visualizamos que somos apenas “animais”, já o conceito Criacionista afirma que nós somos “a imagem e semelhança de Deus”. Diante do argumento do Evolucionismo nos indagamos: Afinal, se somos apenas animais o que nos diferencia das outras espécies? Esta é uma pergunta delicada, pois se realmente somos apenas animais iguais a um macaco, por exemplo, porque em um incêndio salvaríamos primeiro uma velhinha do que um gato?

Há algum tempo alguns evolucionistas alegavam que o ser humano se diferenciava dos outros animais pelo uso da razão como um diferencial, porém estudos recentes mostram que os animais também possuem capacidade de raciocínio incrivelmente similar a do ser humano, podemos ver por exemplo macacos se comunicando em linguagem de sinais o que realmente evidencia uma linha de raciocínio muito semelhante a humana.

Por isso sem duvida nenhuma visualiza-se que o maior argumento para a diferenciação entre homem e animais é: A NECESSIDADE RELIGIOSA. Não me refiro a religiões, e sim a necessidade humana em adorar algo que esteja acima dele, um ser superior, ou porque não dizer a Deus.

Rodrigo Silva PhD em Teologia afirma que o homem não deveria ser rotulado como Homo sapiens e sim como “Homo religiosos” uma vez que somos essencialmente religiosos ainda que não saibamos ou não queiramos admiti-lo.

Diante dessas argumentações percebemos que a negação da existência um Deus (ateísmo) é sem duvidas nenhuma algo que vai contra a natureza humana. E ainda que possamos argumentar a influencia social como a causa dessa necessidade pela existência de Deus, vemos que mesmo nações antigas, culturas diferentes, tribos isoladas(...) cultuam um deus, ainda que seus conceitos variem diante do mesmo. Pois a verdade é: ninguém nasce ateu. Somos todos carentes de Deus. Afinal somos obra de suas mãos.
[G7]

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